quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dia Internacional do Livro Infantil

     O Dia Internacional do Livro Infantil comemora-se desde 1976 no dia em que nasceu Hans Christian Andersen, 2 de Abril. A coincidência das datas não é um acaso, Andersen é um dos mais conhecidos autores da literatura para a infância e uma incontornável referência nesta área. Dinamarquês, é autor de histórias infantis como «O Patinho Feio», «O Soldadinho de Chumbo» ou a «Pequena Sereia».
     Neste sentido, a Biblioteca, para esta comemoração, divulga as obras do autor existentes na BE e propõe a sua leitura.



quinta-feira, 24 de março de 2011

SEMANA DA LEITURA

De 28 de Fevereiro a 3 de Março decorreu, na nossa BE/CRE; a "Semana da Leitura".
Aqui deixamos nota dos momentos mais marcantes.

Leitura simultânea


Os "Grandes lêem aos Pequenos"



Os "Pequenos lêem aos Grandes"




Hora do Conto - "Um professor, uma história"



Ateliê de escrita criativa - "Brincar com as palavras"

 
Momento de poesia - "A poesia como forma de expressão"

Actividades do 3ºA da EB1 de Oliveira do Hospital




Actividades na EB1 e no JI de Galizes



Actividades na EB1 de Oliveira do Hospital:
- 1ºB lê para o JI



- 1ºC e 3ºA lêem para o 1ºB


- 1ºB lê "Um bicho estranho" para os colegas



- 1ºA da EB1 de Oliveira do Hospital


 - Os mais velhos lêem para o 1ºA



- Piquenique dos livros - 1ºA da EB1 de Oliveira do Hospital

sexta-feira, 18 de março de 2011

DIA MUNDIAL DA FLORESTA

No próximo dia 21 de Março, comemora-se mais um "Dia Mundial da Floresta".
A nossa BE/CRE também se associa a esta efeméride.


Concurso de “ Leitura em Voz Alta”.

Realizado o Concurso "Leitura em Voz Alta", foram apurados os seguintes vencedores:

1º ano – Afonso Mendes, 1º C de Oliveira do Hospital

2º ano- - Beatriz Ribeiro, 2º A de Oliveira do Hospital

3º ano– Mariana Pereira , Nogueira do Cravo

4º ano-  Beatriz Henriques, 4ºA de Oliveira do Hospital

5º ano– Quélia Frias, nº 18 do  5º G

6º ano– Ana Rita Almeida, nº 3 do 6º G







Parabéns a todos os participantes!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Semana da Leitura

Como já foi anunciado, a BE/CRE vai promover mais uma Semana da Leitura. O evento terá lugar de 28 de Fevereiro a 3 de Março de 2011.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Jardins de Sophia


Em Maio, os alunos do 5º ano da nossa escola irão fazer uma visita aos Jardins de Sophia, no âmbito de uma actividade a realizar pela BE/CRE e pelo Departamento I da nossa escola.
Para ficares a saber um pouco mais deste lugar tão importante em termos botânicos, uma vez que encerra um conjunto de espécies vegetais raras, e fonte de inspiração para algumas das obras da escritora Sophia de Melo Breyner Andresen, aqui te deixamos um pouco da sua história. No final, encontrarás um link que te permite visitar, virtualmente, este espaço.

A história da Quinta
O Jardim Botânico do Porto foi instalado neste lugar, em 1951, pela Universidade do Porto na então chamada Quinta do Campo Alegre que tinha uma área de 12ha. Esta quinta tinha pertencido à Ordem de Cristo e foi adquirida em 1802 por João Salabert passando a ser conhecida como Quinta Grande do Salabert. Em 1820, passou a ser propriedade de João José da Costa. Por sua vez, João da Silva Monteiro adquiriu-a em 1875 e iniciou a construção da casa e do jardim. A quinta foi adquirida por João Henrique Andresen Júnior, que em 1895 a renova sendo então melhorados os seus famosos jardins – onde se mantém a ideia de coleccionismo botânico – por acção de sua mulher, Joana Andresen. A poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen relembrará, nas suas obras dirigidas à infância, esta quinta de seus avós. A quinta permaneceu na posse da sua família até 1949, data em que se verificou a venda ao Estado Português.

A história do Jardim Botânico
O primeiro Jardim Botânico no Porto foi estabelecido por decreto de Passos Manuel de 1837, sendo localizado em 1852 na cerca do extinto Convento dos Carmelitas, embora a sua criação apenas se verificasse em 1866. Com a ampliação do quartel da Guarda Municipal, o Jardim foi instalado em 1903 na Cordoaria mas por muito pouco tempo, tendo a Universidade do Porto ficado privada do seu jardim cerca de meio século. O Professor Américo Pires de Lima com a colaboração do alemão Franz Koepp, na sequência da compra da Quinta do Campo Alegre pelo Estado, procedeu à sua adaptação tirando partido do traçado de jardins e da vegetação já existentes ao gosto das quintas de recreio do Porto de finais do século XIX. Depois do atravessamento da propriedade pelos acessos da ponte da Arrábida, ela ficou reduzida a 4ha tendo conservado os jardins iniciais e na parte sobrante dos campos de cultivo e da mata foram sendo instalados novos jardins, nomeadamente de plantas suculentas e de aquáticas assim como um arboreto.

O Jardim Botânico hoje
Em 1983, o Jardim Botânico encerrou ao público na sequência do seu estado de degradação, tendo reaberto em 2001, após uma primeira intervenção de contenção dessa degradação. A oportunidade de uma candidatura ao Programa ON (CCDRN) permitiu renovar as redes de caminhos, rega, drenagem e eléctrica e foi ainda possível realizar um conjunto de outros melhoramentos. A obra obrigou ao encerramento do jardim ao público em Julho de 2006 tornando-se possível concluir esta nova fase da intervenção em Maio de 2007 e assim proceder à sua reabertura. É necessário ainda levar por diante, a curto prazo, a reabilitação das estufas do jardim, a redução do nível sonoro proveniente da auto-estrada e a qualificação da sua colecção de plantas.
O Jardim Botânico do Porto assume hoje importância pela sua vertente botânica, possuindo um conjunto significativo de espécies quer pela sua raridade quer pela sua dimensão, nomeadamente espécies exóticas. É ainda representativo das quintas de recreio do Porto oitocentista e é também um espaço literário. Ele é um lugar de referência na vida e na obra dos escritores Sophia de Mello Breyner Andresen e Ruben A..

http://jardimbotanico.up.pt/ [2011/01/27]

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Concurso de Leitura em Voz Alta

Regulamento

O concurso de leitura “VAMOS LER EM VOZ ALTA” tem como objectivo promover a prática da leitura de obras literárias, de uma forma lúdica/recreativa.
Participação
A participação no concurso está aberta aos alunos do 1º e 2º ciclos do Agrupamento.
Natureza do concurso
a) O concurso engloba 2 jornadas de leitura.
b) Em cada jornada realiza-se uma sessão de leitura que visa avaliar:
  • Dicção
  • Ritmo
  • Tom
  • Voz
c) A primeira jornada realiza-se em cada escola do agrupamento, por ano de escolaridade e por turma.
 Desta jornada, relativamente:

      . aos alunos do 1º Ciclo, deve ser apurado um aluno por ano, da responsabilidade do professor titular da turma, podendo, portanto, existir mais do que um aluno por turma no caso de as turmas terem mais do que um ano de escolaridade.

     . aos alunos do 2º Ciclo, deve ser apurado um aluno por turma.

d) A segunda jornada realiza-se por ano de escolaridade.
e) Esta segunda jornada será realizada na BE/CRE da escola sede, integrada nas actividades da semana da leitura, no dia 2 de Março de 2011.
 f) Desta jornada será apurado um vencedor por ano de escolaridade.
Júri e suas competências
O Júri da segunda jornada é constituído por um professor de cada ano de escolaridade, seleccionado entre os professores do 1º e 2º ciclos e pela coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE).
Organização e Calendarização do concurso
 Cabe às professoras bibliotecárias a organização do concurso e o controlo do seu desenvolvimento, ao longo das duas jornadas.
Cabe-lhe, também, a selecção das obras para a segunda jornada do concurso, tendo como referencia as obras propostas para leitura no âmbito do PNL.

 A calendarização das jornadas é a seguinte:
1ª Jornada: Janeiro e Fevereiro de 2011
2ª Jornada: 02 de Março;
Inscrições
As inscrições no concurso podem ser feitas, até dia 11 de Fevereiro, directamente na BE/CRE ou através das respectivas coordenadoras.
Prémios
 Os vencedores, um por ano de escolaridade, receberão um prémio…

SEMANA DA LEITURA

De 28 de Fevereira a 3 de Março, a nossa BE/CRE vai promover mais uma Semana da Leitura.
Podes encontrar as seguintes actividades:

  • Atelier de escrita criativa
  • Um professor, uma história
  • Põe à prova a tua memória...
  • Momentos de Poesia
  • Vamos ilustrar com Pedro Seromenho
  • Vamos ler em voz alta
  • À conversa com Ana Saldanha
  • Hora do Conto
  • Os "Grandes lêm aos "Pequenos"
  • Os "Pequenos lêm aos "Grandes"


PARTICIPA!


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

"O melhor dos nossos alunos"


 
Os nossos alunos continuam a surpreender-nos com a sua criatividade.
Os alunos do 9ºano, turma B, corresponderam à solicitação da sua professora de Língua Portuguesa, Dr.ª Gina Pereira, e apresentaram os trabalhos que divulgamos no placard "O melhor dos nossos alunos".

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Porque se diz...

“Fazer tábua rasa”

Significado: Não dar importância a algo; ignorar; pôr de parte qualquer conselho que nos tenha sido dado: esquecer um assunto por completo.
Origem: Na sua origem latina, uma tábua rasa, ou tabuada rasa correspondia a uma pequena tábua onde não havia nada escrito ou desenhado. Aristóteles, filósofo grego e os seus seguidores defendiam a ideia de que a mente por si só é vazia, formando-se através de experiências de vida. A expressão “tábua rasa” significava então o vazio e a falta de conhecimentos, tendo mais tarde evoluído para o significado que agora conhecemos.

“ Calcanhar de Aquiles”

Significado: Expressão usada para fazer referência ao ponto fraco, sensível, vulnerável de uma pessoa e/ou de um projecto, de uma organização.
Origem: De acordo com a mitologia grega, Tétis, a mãe do herói grego Aquiles, quis tornar o seu filho invencível e indestrutível. Para tal mergulhou-o no rio Estige, considerado mágico, segurando-o pelo Calcanhar. Conta a epopeia” Ilíada”que, anos mais tarde, durante a guerra de Tróia, Aquiles foi mortalmente atingido no único sítio que não tinha sido mergulhado nas águas - o calcanhar. Este tornou-se o único ponto capaz de enfraquecer o temido guerreiro.

“Queimar as pestanas”

Significado: Estudar muito; estudar durante muito tempo seguido.
Origem: No tempo em que ainda não havia luz eléctrica, os estudantes precisavam de fazer uso de lamparinas ou de velas para poderem ler e estudar: Também as pessoas que trabalhavam recorriam a estes utensílios. Contudo a luz era fraca.

“Cai o Carmo e a Trindade”

Significado: Expressão usada para referir uma desgraça, uma grande confusão ou um acontecimento de todo inesperado.
Origem: Durante o Terramoto de Lisboa, em 1755,ouviu-se um grande estrondo por toda a cidade. Quando os habitantes descobriram qual tinha sido a causa de tanto barulho, disseram “Caiu o Carmo e a Trindade”, referindo-se aos conventos do Carmo e da Trindade que tinham acabado de desabar.

“Fazer tijolo”

Significado: Morrer e ser enterrado.
Origem: A destruição provocada pelo Terramoto de Lisboa foi gigantesca. Os recursos para reconstruir a cidade eram poucos. Então, decidiu-se usar argila para fazer tijolos para reerguer as casas, usando-se terra de vários cemitérios destruídos pelo terramoto. Daí que tivessem começado a surgir expressões como: “Daqui a uns tempos estou eu a fazer tijolo”.

“Não percebo patavina”

Significado: Não saber; não perceber; não compreender um determinado assunto ou como funciona algo.
Origem: Na época em que na Europa se desenvolveu a ordem dos frades Patavinos, alguns destes religiosos fixaram-se em Portugal. Todos os anos Frades Patavinos - provenientes de Pádua - visitavam o nosso país para se reunirem com os seus congéneres. No entanto, quando tentavam falar com as pessoas na rua, não conseguiam, pois o seu italiano era tão complicado que ninguém entendia… patavina.

“Servir a carapuça”

Significado: Sentir-se ofendido, identificar-se com uma determinada situação.
Origem: Durante a Idade Média, certos grupos étnicos eram obrigados a usar artigos de vestuário diferentes do habitual para os distinguir. Um desses artigos era um chapéu de três bicos, que distinguia os judeus dos cristãos. Assim, quem usasse um destes chapéus estava a identificar-se com a situação social e religiosa daqueles tempos.

“Lágrimas de crocodilo”

Significado: Fingimento; ser-se hipócrita; choro fingido; estar falsamente triste.
Origem: Os crocodilos quando se alimentam, pressionam fortemente os alimentos contra o céu-da-boca, comprimindo as suas glândulas lacrimais. Isto faz com que o animal chore enquanto satisfaz o seu estômago com as presas.

“O primeiro milho é dos pardais”

Significado: Os mais fracos e inexperientes precipitam-se com o objectivo de aproveitar as primeiras vantagens, que nem sempre são as melhores.
Origem: Na Antiguidade Clássica, os Romanos tinham o hábito de oferecer os primeiros frutos das suas colheitas aos pássaros, pois julgavam que eles os levavam aos deuses em que acreditavam. O costume foi transmitido de geração em geração e depois adoptado para o milho. O seu significado foi porém deturpado, tornando-se irónico.

“À grande e à francesa”

Significado: Viver e comportar-se de forma luxuosa.
Origem: Ao invadir Portugal em 1807, Napoleão Bonaparte fez-se acompanhar do General Jean Junot que viveu no nosso país durante alguns anos. A vida de ostentação, os modos luxuosos e até a forma sumptuosa com que os seus acompanhantes se passeavam nas ruas da capital, fizeram com que a sabedoria popular se encarregasse de criar esta expressão.

“Erro crasso”

Significado: Cometer um erro grosseiro, embaraçoso., quando há evidências para uma decisão acertada.
Origem: No ano 59 a.C.,o poder de Roma foi dividido entre Júlio César, Pompeu Magnus e Marco Crasso. Este último era mais conhecido pela riqueza do que pelo talento militar. Certa ocasião, querendo derrotar os Partos, descurou todas as estratégias militares e confiou unicamente na superioridade numérica das suas tropas. E o desfecho foi…um erro de …Crasso!

“Ter ouvidos de tísico”

Significado: Ouvir muito bem, mesmo quando alguém fala baixinho ou a grande distância.
Origem: Antes e durante a II Guerra Mundial (1939-1945),muitas pessoas, incluindo soldados foram afectados por uma doença chamada tísica, que se assemelha à tuberculose. Ora quem sofre desta doença caracteriza-se por possuir uma sensibilidade auditiva fora do comum. Daí a expressão “ ouvidos de tísico”.

“Andar em filas indiana”

Significado: Andar em fila,.uns atrás dos outros.
Origem: Os índios americanos quando caminhavam, seguiam sempre em fila, uns após os outros. O objectivo era colocarem os pés sobre as pegadas dos que iam à frente, não deixando vestígios das suas próprias pegadas. Os “caras pálidas”, ao observarem tal comportamento, não hesitaram em utilizar esta expressão que prevalece ainda nos nossos dias.

“Ficar a ver navios”

Significado: Decepção; expectativas frustradas, não conseguir obter o que se deseja.
Origem: Em 1578,o rei D. Sebastião desapareceu durante a Batalha de Alcácer-Quibir .O seu corpo nunca foi encontrado, mas o povo português recusou-se a aceitar a sua morte. Assim tornou-se frequentes as pessoas dirigirem-se ao Miradouro do Alto de Santa Catarina, para observarem os navios. Talvez alguns deles trouxessem o seu malogrado rei. Como ele nunca voltou, tudo o que o povo fez foi “ ver navios”.!

“Que maçada!”

Significado: Dificuldade, arrelia, contratempo.
Origem: Na época das conquistas imperiais. O exército de Roma pretendia conquistar Massada, uma zona situada nos arredores do Mar Morto. Não querendo ceder, os Zelotes, povo aí residente, esconderam-se num templo. Contudo, os Romanos descobriram-nos e destruíram o local. Assim a expressão evoca os problemas e as dificuldades por que os Zelotes tiveram de passar.

“Resvés, Campo de Ourique

Significado: Algo que não aconteceu por pouco: situação de alívio; por um triz; mesmo à justa.
Origem: No dia 1 de Novembro de 1755,a cidade de Lisboa foi atingida por um violento terramoto, seguido de um tsunami. Apesar de a cidade ter sido quase completamente destruída, quando as ondas do tsunami alagaram a capital, a água chegou muito perto da zona de Campo de Ourique, mas por um triz, não a afectaram. Para além disso esta zona situada sobre uma falha sísmica, também não ficou grandemente danificada.